Visão Bíblica Blog Responde: Se Deus ama aos homossexuais, então por que tantos religiosos os odeiam?

   
     Neste domingo, dia 26, acontecerá a Parada Gay. Diversas vezes vemos na mídia manifestações do movimento homossexual, seja nas paradas gays na cidade de São Paulo, seja por meio dos defensores e representantes do movimento LGBT, nos jornais, música, filmes, novelas e política. Este assunto polêmico com relação ao valor do ser homossexual e o tratamento que ele tem recebido dos religiosos, em especial dos evangélicos, sempre tem vindo à tona, visto que, desta vez, no tema da próxima parada gay que estão organizando, utilizaram-se de uma frase de um versículo bíblico.
     Veremos a seguir uma matéria sobre a parada gay e depois responderemos à pergunta que serve de título para este nosso artigo.

    Exibiremos o artigo a seguir e ressaltaremos os pontos interessantes, para depois argumentarmos, tirado do site Controvérsia.
“Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!” é o tema da 15ª Parada do Orgulho LGBT
Tema questiona o conservadorismo religioso propõe uma reflexão acerca da constante oposição da Igreja nos avanços dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. 07/02/2011
     A 15ª edição do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo tem seu tema definido: “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia! – 10 anos da Lei Estadual 10.948/01”. O objetivo dos organizadores é questionar a moral religiosa conservadora, que vem se reafirmando como uma das principais oposições ao avanço da cidadania e dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) no Brasil e no mundo. O lema também aponta para a lei paulista anti-homofobia, que completa 10 anos, e destaca a necessidade de ampliação da conquista para o nível federal. Neste ano, a Parada do Orgulho LGBT ocorre em 26 de junho, tradicionalmente na Avenida Paulista e Rua da Consolação.

    “A ideia é tocar no ponto das Igrejas de uma forma abrangente, universal. Ao dizermos ‘amai-vos uns aos outros’ estamos protestando pela igualdade social entre todos os homens, com um apelo fraterno. Soma-se a isso a valorização e a prática dos direitos humanos”, explica Ideraldo Beltrame, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), entidade responsável pela organização da atividade.

     Esta é a sexta vez consecutiva que o tema do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo aborda o problema da homofobia. Desde que o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 foi apresentado pela então deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), o movimento LGBT tem tratado a criminalização da homofobia no âmbito nacional como sua principal reivindicação.

10 anos da lei paulista anti-homofobia

    O tema do 15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo também faz referência aos 10 anos da Lei Estadual 10.948/01 – de autoria do ex-deputado Renato Simões (PT) e sancionada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) – que penaliza indivíduos, organizações e empresas públicas ou privadas que praticam a discriminação contra LGBT. A lei proíbe atos de violência, constrangimento e intimidação em razão da orientação sexual, incluindo a vedação de ingresso a locais abertos ao público, seleção e sobretaxa de atendimento em comércio e a inibição da livre expressão e manifestação de homoafetividade.

    “Vamos destacar a importância da apropriação da lei por parte da população LGBT. O Legislativo paulista cumpriu a sua parte, mas depende da gente fazer valer nossos direitos”, diz Beltrame.

    Para a escolha do tema, membros da APOGLBT se reuniram entre o período da manhã e tarde do último 5 de fevereiro, na sede da entidade. Durante o debate foram consideradas todas as demandas atuais discutidas pelas diversas instâncias da militância LGBT.

15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

    O Mês do Orgulho LGBT de São Paulo é o calendário anual de atividades sócio-politico-culturais promovido pela APOGLBT a fim de defender a cidadania e direitos humanos da população LGBT, assim como educar a sociedade para o fim da discriminação e preconceito. Nos últimos anos, os temas abordados foram “Vote contra a homofobia : defenda a cidadania!” (2010), “Sem homofobia, mais cidadania – Pela isonomia de direitos! (2009), “Homofobia mata! Por um Estado Laico de fato!” (2008), “Por um mundo sem machismo, racismo e homofobia”!” (2007) e “Homofobia é crime! Direitos sexuais são direitos humanos” (2006).

    Além da 15ª Parada do Orgulho LGBT, em 2011 é realizada a 9ª edição do Ciclo de Debates, a 11ª Feira Cultural LGBT, o 11º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade e o 11º Gay Day.

OLHANDO PARA A BÍBLIA

     O pecado do homossexualismo tão condenado na Bíblia luta para encontrar guarida na sociedade. Sob o pretexto de defender os “direitos de igualdade social”, os representantes do movimento GLBT se esforçam para empurrar garganta abaixo na sociedade o seu comportamento imoral.

     Se eles esquecem-se de que já existem leis que defendem todos os tipos de cidadãos, independentemente de sua classe social ou opção sexual e querem impor leis que privilegiem ao seu grupo a parte dos outros grupos, eles mesmos consequentemente pregam contra a “igualdade social” que tanto defendem. Todo cidadão bem informado sabe que a lei protege a todos e que a discriminação e os maus tratos é proibido tanto para com os pobres, mulheres, deficientes, crianças, idosos, indígenas, pessoas de cor, estrangeiros, religiosos e inclusive homossexuais em geral.

     O que o movimento GLBT chama de “conservadorismo religioso”, os religiosos chamam de “luta pela verdade” e de “obediência irrestrita a Palavra de Deus”. Não será o relativismo moral de alguns que vai mudar o que Deus diz em sua Palavra Santa.

    Cremos que não serão as leis a favor do grupo GLBT que irá “educar a sociedade para o fim da discriminação e preconceito”. A tentativa falha de implantarem o kit gay como uma forma de “atividade socio-político-cultural” nada mais era do que uma forma de influenciar negativamente nossa futura geração. No vídeo abaixo você pode ouvir o próprio líder do movimento homossexual dizer que ama os heteros porque eles produzem filhos que mais tarde se tornam homossexuais para o deleite dos que são gays.

      O que é que a PL 122 proíbe que as leis da Constituição Federal não proíbem?

   
    O uso de um versículo bíblico para servir de tema da sua campanha homossexual na verdade é uma afronta e uma caricatura de piedade. É um uso fora de contexto. Quando Jesus disse “Amai-vos uns aos outros ” Ele também disse “como eu vos amei”(Jo 15. 12). O versículo em questão não apoia ou dá a ideia de um envolvimento homossexual coletivo. Não foi assim que Jesus nos amou.

     Se os homossexuais levassem a sério o versículo “amai-vos uns aos outros” não procurariam inventar leis que cerceassem nosso direito de livre expressão e pensamento, seja filosófico ou religioso. Os “conservadores” não são apenas os religiosos que são contra o homossexualismo, mas também muitos cidadãos sem religião definida, mas que tiveram uma boa educação e base familiar e desejam que ainda existam diferenças entre o certo e o errado, homem e mulher. E que seus filhos heteros sejam livres para continuarem assim. Pois é assim o plano de Deus e a forma normal de constituir famílias e formar uma sociedade.

    Será que os termos da PL 122 que condena em até 5 anos de cadeia qualquer que for acusado e condenado de discriminação leva em conta o tema “amai-vos uns aos outros”? O amor não priva da liberdade.

     O movimento GLBT através destas leis, como o caso da PL 122 e de manifestações no meio da mídia, nada mais quer do que implantar um comunismo homossexual na sociedade de maioria hétera.

     Será que se amarmos uns aos outros então quer dizer que vamos aceitar todas as sua práticas pecaminosas? Não foi assim que Jesus fez. Jesus disse para uma mulher que não era lésbica, mas que também praticava pecados sexuais, no caso, o adultério. Sim, Jesus disse que não a condenava; mas não falou que aceitava o que ela praticava, pois Ele ordenou que ela não voltasse mais a fazer tais coisas: “vai, e não peques mais” (Jo 8. 11).

     Assim como Deus ama aos homossexuais mas não aceita suas práticas, assim somos nós, os religiosos. Odiar alguém é diferente de não concordar com seus atos. Parece que os o movimentos GLBT fazem o contrário, eles sim, nos perseguem e nos odeiam. Mas só queremos o bem deles, e que se arrependam (Mateus 5. 43-45).


Para mais informações consulte: As Ilusões do Movimento Gay, Homossexualismo à luz da Bíblia

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