MEC nega ter distribuído “kit gay” e diz que material pode mudar


     O Ministério da Educação já admite recuar na distribuição de kits que abordam a questão da homofobia, e que tem sido pano de fundo para debates acalorados no Congresso Nacional. O ministro Fernando Haddad disse esta quarta-feira (18) que o material pode sofrer alterações e que algumas peças expostas pela bancada evangélica da Câmara e divulgado como parte do kit não teriam sido produzidas pelo MEC.

     Se aprovado pelo ministério, o Kit ( três vídeos sobre transexualidade, bissexualidade e meninas lésbicas) poderá ser repassado para estudantes do ensino médio das escolas públicas. Haddad diz que o kit foi entregue nesta terça ao ministério e será avaliado pela comissão de publicação do órgão, ouvindo secretários estaduais e municipais sobre o conteúdo. Também serão chamados para discutir o kit deputados da bancada evangélica, católica e da frente parlamentar de defesa da família. 

     O ministro foi chamado hoje às pressas para explicar o kit para as bancadas religiosas da Câmara que haviam anunciado ontem que “não votariam” nenhuma matéria caso o material não fosse recolhido. Parlamentares da bancada evangélica sustentam que o material já está sendo divulgado. 

     Haddad disse que o MEC não distribuiu o material, mas não quis apontar o vazamento. Deputados que participaram da reunião disseram que no encontro o ministro atribuiu a divulgação do Kit, que não estaria pronto, à empresa responsável pela produção.

 

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