Cientistas falam sobre a Prova Matemática da Existência de Deus

       A. Cressy Morrison Cientista, ex-Presidente da
Academia de Ciências de Nova York.
 
     Citaremos este artigo, citando abaixo a fonte, por que queremos que nossos leitores pensem sobre a questão. Sabemos que ser crente ou ser ateu sempre será uma questão de fé. Não queremos impor a fé, mas fazer você refletir sobre ela. Preste atenção ao que dizem estes cientistas, tanto o que citamos no texto como o cientista que e entrevistado nos vídeos.
    
     Segue o texto abaixo transcrito.
     Ainda estamos no amanhecer da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.    
   
     Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.  
 
      Eis algumas razões para minha fé: Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.
   

  


    Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada. Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso. Matematicamente sabemos que:
- a chance de pegar a número um é de um em dez;
- de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100;
- de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante;
- sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.     
     Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso:     
- A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.     
- Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta “vida eterna” nos esquente só o suficiente! Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria. 
  
- A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, tranformando-nos em continentes de gelo.
    
- Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.     
- Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.     
- Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.     
     É perante estes e outros exemplos que não há uma chance em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente.   
 
     É cientificamente comprovado o que o salmista disse: “Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos.”
     Agora assista a esta entrevista com um cientista brasileiro, físico, matemático, químico, que trabalha na área de bioengenharia. Esta entrevista divide-se em 3 partes e se fala acerca da Bíblia como um livro que mostra ciência, apesar de ser um livro de cunho religioso. O quarto vídeo a ser exibido fala da prova matemática da existência de Deus.
Vídeo parte 01

Vídeo parte 02

Vídeo parte 03
    
     Se você desejar assistir mais vídeos no contexto dessa entrevista, faça uma pesquisa no YouTube com os títulos: Deus no laboratório, A Bíblia e a física, A Bíblia, a medicina e a biologia.
Fonte: UPAIlheus

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