Notícia: Atirador que matou crianças em Realengo seria radical islâmico. Este seria primeiro atentado terrorista no Brasil


     Uma tragédia comoveu os Brasil nesta manhã, um jovem entrou em um colégio público em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, matou 11 crianças, deixou outras 13 feridas e em seguida se suicidou com um tiro na cabeça, mas um fato pouco divulgado é que o atirador seria um radical islâmico, fato confirmado pela irmã do assassino em entrevista a Band News FM. 

     No corpo do atirador foi encontrado uma carta com alto teor fundamentalista islâmico, onde o assassino anuncia suas intenções e motivos para a chacina em Realengo. Confira um trecho da carta do assassino:

     “Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem usar luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgemsem sua permissão, os que cuidarem do meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está nesse prédio em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível quero, ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme, minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira que está sepultada no cemitério de Murundu. Preciso da visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante da minha sepultura pedindo perdão de Deus pelo que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna”

     “Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado à uma dessas instituições, pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se sustentar, os animais não podem pedir comida ou trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa, eu peço por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, pois cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar este imóvel para o meu nome e todos sabem disso, se não cumprirem o meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não têm nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi”.
     Quando invadiu a escola e começou a atirar, o rapaz trajava uma vestimenta especial do Islamismo, geralmente utilizada em atos de martirizarão muçulmana, que são os suicídios após atentados terroristas. 

ASSISTA AO VIDEO GRAVADO NO MOMENTO EM QUE ACONTECIA O MASSACRE


     O jovem atirador, Wellington Menezes de Oliveira de 24 anos, teria conhecido o islamismo através da internet e estava desaparecido a oito meses. Dentre as vítimas a maioria eram meninas, assassinadas com um tiro na cabeça. As mulheres são consideradas por alguns fundamentalista islâmicos como sujas e abaixo dos homens. 

     Estudiosos afirmam que possivelmente Wellington era novo convertido ao Islamismo, já que em outros pontos da carta misturaria coisas relacionadas ao cristianismo, sua religião anterior. Seu desaparecimento teria sido para ser treinado por alguma célula radical islâmica no Rio de Janeiro, fato ainda não confirmado.

     Populares acreditam que o jovem tinha problemas comportamentais e mentais.
Muçulmanos negam
     Jamel El Bacha, presidente da União Nacional das Entidades Islâmicas do Brasil, afirmou que Wellington não tem qualquer relação com a religião islâmica e classificou o ato como “insano e inexplicável”. 

     “Ele não é muçulmano e não tem qualquer vínculo com as mesquitas e sociedades beneficentes mantidas pela comunidade em todo o Brasil”, afirmou por meio de nota oficial. Segundo Jamel, os “princípios do Islã” pregam a conduta pacífica e exigem dos adeptos uma “postura absolutamente diversa à que algumas pessoas querem de forma precipitada atribuir à religião e a seus adeptos”, e afirmou: “Quem tirar a vida de uma pessoa inocente é como se tivesse assassinado toda a humanidade, diz o Alcorão Sagrado”. 

     Se confirmado, esse seria o primeiro atentado terrorista ligado ao Islamismo no país. No Brasil já foram confirmadas diversas células islâmicas radicais crescendo rapidamente, não há informações sobre medidas de contenção ou dissolução delas. 

Fonte: Notícias Gospel
 

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