Religiões: Religião pura? O conceito da moral sexual, da vida e a desvalorização da mulher no Islã

   

      Com o objetivo de informar muitos crentes incautos e por sabermos que as novelas, filmes e a mídia ocidental em geral não mostra os detalhes reais do oriente, estaremos reproduzindo um ótimo artigo do GenizahVirtual escrito por Johnny T. Bernardo, o qual fizemos poucas adaptações. Publicamos pelo seu valor informativo. Segue o texto abaixo.

     O conceito de adoração no Islã destoa da maioria das religiões cristãs e até mesmo das religiões orientais. No Islã, adorar a Deus (Alá) envolve algo além do que uma simples mortificação carnal, culto ou ritual. Segundo eles, a palavra adoração é um termo abrangente, que inclui tudo aquilo que Deus (Alá) ama relativo às ações e aos dizeres externos e internos de uma pessoa. Em outras palavras, adoração é tudo aquilo que um sujeito diz ou faz para agradar ao Deus do Islã. Isso inclui, segundo eles, tanto os rituais como as crenças, as atividades sociais e as contribuições pessoais para o bem-estar de uma pessoa. Até aí tudo bem. A questão toma um novo rumo quando associam a adoração à prática sexual. Vejamos o que diz um panfleto distribuído pela Assembleia Mundial de Juventude Islâmica (WAMY), relativo ao conceito de adoração no Islã.

     "Vale apena notar que ate mesmo quando uma pessoa cumpre com suas obrigações, isso é considerado uma forma de adoração (...) O profeta informou que seus companheiros seriam recompensados até mesmo por terem mantido relações sexuais com suas esposas. Os companheiros ficaram abismados e perguntaram: Como poderemos ser recompensados por fazermos algo que nos proporciona prazer? O profeta lhes perguntou: Suponhamos que satisfizésseis vossos desejos ilicitamente, vós não seríeis punidos por isso? Responderam: Sim. Portanto, ele disse, com vossas esposas sereis recompensados".

     Isso significa, segundo a WAMY, que o sexo não é uma coisa imunda, que deva ser evitado, mas um ato de adoração, inclusive a poligamia, promovida pela própria religião islâmica. Mas será que existem mesmo padrões de moralidade sexual no Islã? Que tipo de conceito eles possuem sobre o casamento, por exemplo? Maomé foi um exemplo a ser seguido? O que o Alcorão (o livro sagrado do Islamismo, escrito por Maomé) tem a dizer sobre o assunto? Essas são questões que causam dúvidas até mesmo entre alguns muçulmanos, principalmente os de origem americana e europeia.

     O Islamismo é muitas vezes descrito como uma religião pura, que surgiu de uma gama de cultos e rituais e que promove um estilo de vida simples e muitas vezes obcecado na observância de normas de conduta social. Refere-se ao ocidente como difusor de uma sociedade libertina e contrária aos princípios normativos do Alcorão. Na prática, o que vemos na sociedade islâmica é uma restrição total aos direitos da mulher, descrita como um objeto de satisfação sexual e passível de punições severas. A poligamia é outra prática comum no mundo islâmico. Ao muçulmano é dado o direito de ter até quatro mulheres (Alcorão, Suna 4.3). Isso é moral?

     Era comum, na época de Maomé, o casamento com crianças, mas ele nada fez para mudar tal prática. Pelo contrário, ele mesmo tomou para si uma criança. Era a pequena Aisha, a favorita do profeta (ele teve treze mulheres). No livro “A Jóia de Medina”, de Sherry Jones, o relacionamento de Maomé com Aisha é descrito aos detalhes.

     “Aisha bint Abu Bakr tinha 6 anos e estava se divertindo num balanço, no quintal, quando soube que ia se casar. A mãe da menina deu a notícia e avisou que, a partir daquele dia, estava proibido ‘brincar fora de casa’. O futuro marido (Maomé) era o melhor amigo do seu pai e tinha 51 anos. Em uma cerimônia sóbria, na casa da família da noiva, em Medina, Arábia Saudita, a união foi oficializada em 623 d.C. Ela tinha nove anos e se tornava a terceira mulher de Maomé, o criador do islamismo. Foi, para sempre, a preferida do seu harém. Quando perguntaram ao profeta a quem mais amava no mundo, ele foi direto: Aisha. Nos braços dela, morreu nove anos depois, e no quarto da favorita foi enterrado.”

     O livro “A Jóia de Medina” causou protestos e gerou debates em vários países e é uma prova de que, realmente, o islamismo não é uma religião pura ou não tão perigosa como alguns querem fazer acreditar.

     O Alcorão possui inúmeras referências à prática sexual, com detalhes que fazem corar até mesmo o mais fanático adepto do Islã. É ao mesmo tempo um manual e uma fonte para inúmeras obras islâmicas de teor exótico, como “O Jardim Perfumado” que acabou sendo proibido em alguns países árabes, mas que por décadas foi um dos livros mais lidos entre os muçulmanos.

     Para os muçulmanos que conseguirem chegar ao paraíso – quer pelo cumprimento das leis e pilares da religião, quer pelo martírio – receberão como recompensa comida, bebida e ainda 72 virgens para seus deleites sexuais. Tal é a promessa feita nos centros de recrutamento do Talibã, como vemos em um trecho extraído de um vídeo do clérigo Omar Al – Sweilem.

     “Harith Ibn Al-Muhasibi disse-nos o que aconteceria quando nos encontrássemos com as virgens com olhos negros, pele branca e cabelo preto - louvado seja Aquele que criou o dia e a noite (Alá). Que cabelo! Que seios! Que coxas! Que pernas! Que brancura! Que suavidade!

     Ele disse que as suas faces seriam suaves nesse dia. Mesmo a tua cara será macia mesmo sem se usar maquiagem ou algum tipo de pó. Tu mesmo serás macio, portanto quão macias serão as virgens de olhos negros, quando ela vier a ti, tão alta e com a sua bonita cara, o seu cabelo negro e a sua cara branca - louvado seja Aquele que criou a noite e o dia.

    Sente a palma da sua mão, sheik! Ele disse: Quão suaves serão as pontas dos seus dedos depois de terem sido suavizados durante milhares de anos no paraíso!

    Não há nenhum deus sem ser Allah. Ele disse-nos que se nós entrássemos num dos palácios, encontraríamos dez virgens com olhos negros deitadas em travesseiros de almiscareiro. Onde está Abu Khaled? Aqui! Ele chegou!

    Quando elas te virem, elas vão-se levantar e correr para ti. Sortuda daquela que põe um polegar na tua mão. Quando elas te agarrarem, elas vão-te deitar de costas nos travesseiros de almiscareiro.

     Elas vão-te deitar de costas, Jamal! Allah Akbar! Desejo isto a todos os que se encontram aqui.

     Ele disse que uma delas vai por a sua boca na tua. Faz o que quiseres. Outra vai pressionar a sua face contra a tua, e outra vai pressionar o seu peito contra o teu e outra vai esperar pela sua vez.

     Não há outro deus a não ser Allah. Ele disse que uma das virgens de olhos negros vai-te dar um copo de vinho. O vinho no paraíso é uma recompensa pelas boas ações. O vinho deste mundo é destrutivo, mas isso não acontece com o vinho do mundo que está para vir”.

     Esse é um exemplo do que conhecemos por Islã extremista, diferente daquele vendido para americanos e europeus. Ao mesmo tempo em que o Alcorão incentiva o pudor, abre espaço para a libertinagem na terra e cem vezes mais no paraíso islâmico. Centenas de muçulmanos se suicidam todos os dias com a vã esperança de serem honrados no paraíso com virgens de pele branca e olhos negros. Um belo exemplo (ironicamente) de religião “pura” e “única”.

Autor Johnny T. Bernardo, adaptado por Pedro M. A Júnior

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